terça-feira, 31 de março de 2015

Taquaritinga do Norte é representada no Café Literário de Abreu e Lima


          A cada último sábado de cada mês, acontece em Abreu e Lima, cidade da região metropolitana do Recife, o Café Literário, onde na ocasião acontecem apresentações culturais de vários gêneros, como: Literatura, Música, Artes Plásticas e muito mais. Nesse mês de março, o evento aconteceu excepcionalmente no domingo, dia 29.
          Entre os muitos artistas que se apresentaram, o Cordelista norte-taquaritinguense Roberto Celestino também marcou presença no evento. Atendendo ao convite do amigo e grande poeta Wilson China, da cidade de Lajedo, Roberto Celestino representou a cidade de Taquaritinga do Norte, declamando  algumas de suas poesias e cordéis.

Com o poeta e amigo Wilson China
                                                                   
Com Sara Maria

          O Cordelista Roberto Celestino, além de escrever seus cordéis no formato tradicional,os folhetos, hoje com mais de trinta títulos, organizou em um livro alguns deles com outras poesias, e em breve estará lançando oficialmente o seu livro, Poesias & Cordéis-Flor de Maracujá, o qual já fez uma pequena tiragem.
          Além do livro, também fez um CD intitulado Liberdade Engaiolada, o qual também estará disponível em breve.

Com Isabel Maia, Gil da Cultura e Wilson China
                                          

          O Poeta norte-taquaritinguense, vem obtendo boa aceitação no meio cultural e conquistando espaço entre os grandes nomes da poesia popular divulgando seu trabalho e levando o nome de sua cidade por onde se apresenta.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

A RUA DO GIZ.










 Uma poesia de Roberto Celestino.


Eu quero me mudar
Para a Rua do Giz.
Lá tudo é tranquilidade,
Lá se vive de verdade
Lá se sabe ser feliz.

Suas casas tão bonitas
Com suas cores tão belas,
Tem azuis da cor de anis
Verdes, rosas e amarelas.
Eu vou pra Rua do Giz.

As calçadas são vazias
Por ali ninguém se vê,
Pois em casa estão a ler
Um poema em que se diz:
Eu vou pra Rua do Giz.

Lá eu tiro meu stress,
Um bom livro é companhia,
Aproveito a calmaria
O silêncio dos guris.
Se agora eu pudesse
Ia pra Rua do Giz.

Do meu quarto observo
E me ponho a pecar,
Pecar só por invejar
Esse povo tão feliz.
É lá que eu quero morar
Morar na Rua do Giz.

Lá eu quero escrever
Muitos livros, às dezenas,
Lá eu sei muitos poemas,
Farei mais do que já fiz.
Minhas malas vou fazer
Se alguém quiser me ver
Venha pra Rua do Giz.

sábado, 18 de outubro de 2014

Campanha Mundial de combate ao Câncer de Mama


(Roberto Celestino)

É bem sorrateiro um inimigo invisível
De modo terrível é que ele aparece,
Procura alguém que não é prevenido
Vem bem escondido, e perigo oferece.

Ali acontece o que mais se temia,
E logo inicia uma luta feroz,
Quem não esperava que fosse atacado
Vê-se hostilizado pelo seu algoz.

O câncer de mama é esse inimigo
Que põe em perigo a quem não atenta,
Para a prevenção desse mal tão selvagem
Que mina a coragem de quem ele enfrenta.

Mas força é preciso para o vencer
Também conhecer que a cura existe,
Cuidando a tempo se livra da morte
Pois ele é mais forte, para quem desiste.


Então meu conselho a todas mulheres
Se queres viver sem a preocupação,
De ser surpreendida por isto algum dia
Não seja tardia quanto à prevenção.

Que sejam de fato amigas do peito
Do seu próprio peito que possam cuidar,
Se o peito até pode ser cheio de amor,
Cuide bem do peito pra não esvaziar.

É preciso ter e levar a consciência
Que existe urgência para combater,
O câncer de mama no mundo inteiro
E como guerreiros, o câncer vencer.

Façam seus exames para a prevenção,
E as chances da cura irão multiplicar,
E assim a vitória será garantida
Em nome da vida, nós vamos ganhar.

O outubro Rosa é um movimento
Pra conscientizar sobre o terrível mal.
A luta, porém é o ano inteiro
Não baixem a guarda se não é fatal.

O mundo inteiro está envolvido
Unido a lutar contra o câncer de mama,
Divulgue a campanha para o combater
Não deixe-o vencer, a quem você ama.








quarta-feira, 18 de junho de 2014

A FRONTEIRA ENTRE A VIDA E MORTE

Uma poesia de Roberto Celestino

Numa cruz numa beira de estrada
Em um laço no final da corda,
Em um sono que não mais acorda
Numa bala que foi deflagrada.

Em um parto onde começa a vida
Em um leito onde a vida é quem parte,
Desenhada está  em qualquer parte
Uma linha onde finda a corrida.

Na doença que causa a dor,
Em um lago que a vida afogou
Numa faca que causa um corte.

Ela existe embora não vemos
Muito embora também passaremos,
Na fronteira, entre a vida e a morte.